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Este é um espaço para esclarecer dúvidas sobre psicoterapia e sobre o trabalho realizado pela Psique Harmony.
Importante: este espaço tem caráter informativo e não substitui o acompanhamento psicológico individual. Evite compartilhar informações pessoais, dados sensíveis ou situações que exijam atendimento imediato.
Perguntas recentes
O que você descreve não significa necessariamente que exista algo “anormal” em você. A procrastinação pode acontecer até com coisas que gostamos muito e pode estar relacionada a ansiedade, perfeccionismo, dificuldade de iniciar tarefas, medo de não corresponder às próprias expectativas ou outros fatores.
Às vezes, o problema não é falta de vontade, mas a dificuldade de transformar a intenção em ação. E quando você adia, a ansiedade aumenta, você se cobra e isso pode tornar ainda mais difícil começar criando um ciclo.
Vale observar o que acontece exatamente no momento em que você pensa em começar, quais pensamentos aparecem, o que você sente e o que faz em seguida. Isso pode ajudar a compreender esse padrão.
Se quiser compreender esse padrão e desenvolver estratégias práticas para mudar isso, entre em contato comigo. Posso te ajudar com essa demanda.Olá, obrigada por compartilhar seu relato.
O que chama atenção no seu relato não é apenas a raiva em si, mas a intensidade com que ela aparece. Quando situações aparentemente pequenas despertam reações tão fortes, muitas vezes existe algo além do episódio do momento sendo ativado emocionalmente.
A raiva é uma emoção e geralmente aparece quando percebemos alguma situação como injusta, frustrante, ameaçadora ou quando sentimos que nossos limites foram ultrapassados. O que precisamos compreender é o que está acontecendo entre o que sua mãe faz e a intensidade da sua reação.
Por vezes, a raiva pode acabar expressando sentimentos que vêm sendo acumulados ao longo do tempo, como frustração, mágoa, sensação de não ser compreendido ou de ter suas necessidades invalidadas.
O fato de você sentir necessidade de quebrar coisas para aliviar essa tensão sugere o quanto essa emoção tem sido difícil de manejar e o quanto ela tem gerado sofrimento para você. Na TCC, nossa meta não será fazer você deixar de sentir raiva. Será aprender a entender essa raiva, descobrir o que está por trás dela e conseguir escolher o que fazer com ela, em vez de deixar que ela escolha por você.
Esse é um tema que pode ser explorado com mais profundidade em psicoterapia, caso faça sentido para você estou disponível para agendarmos um atendimento.Entendo o quanto essa experiência pode ter sido assustadora. Apenas com este relato não é prudente fazer um diagnóstico, mas é provável que você tenha tido uma reação intensa de ansiedade ou uma crise de pânico. É importante observar se foi a primeira vez que aconteceu ou se já percebeu situações semelhantes antes.
Na TCC, trabalhamos com a ideia de que pensamentos, emoções e comportamentos estão interligados. Quando surge um pensamento como “vou morrer”, o corpo reage com sintomas físicos intensos (tremores, falta de ar, palpitações), que aumentam ainda mais o medo. Esse ciclo pode se repetir e gerar crises recorrentes.
Para lidar com isso, algumas estratégias podem ajudar:
- Compreender que os sintomas, embora intensos, não significam necessariamente risco físico grave, mas sim uma resposta de ansiedade.
- Treinar respirações lentas e profundas para reduzir a ativação corporal.
Entendo como isso pode ser limitante e angustiante.
O primeiro passo é entender o ciclo do pânico: surge uma sensação física ou um pensamento de ameaça → você interpreta aquilo como perigoso → a ansiedade aumenta → você evita ou procura alguém para se sentir segura → sente alívio naquele momento. O problema é que esse alívio reforça a ideia de que você realmente precisava evitar ou ter alguém por perto. A poeira baixa, mas o cérebro grava a mensagem errada: "Só sobrevivi porque não estava sozinha".
Na TCC, trabalhamos gradualmente a exposição, de forma planejada e respeitando o seu ritmo. Por exemplo, podemos construir uma hierarquia de situações que hoje provocam ansiedade, começando por uma situação mais tolerável e avançando progressivamente.
Também trabalhamos os pensamentos catastróficos, como "vou passar mal e ninguém vai me ajudar", ou "não vou conseguir sair daqui", além de desenvolver habilidades para lidar com as sensações da ansiedade sem fugir delas.
O foco não é desligar a ansiedade para sempre, mas sim provar na prática que você consegue sentir esse desconforto e, ainda assim, continuar no controle da sua vida.PRÓXIMO PASSO
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Primeira sessão com acolhimento, sem julgamentos.
